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  • Lançamentos de Abril: GWM Tank 300 e Omoda Jaecoo 7 – Uma Nova Era para os SUVs Híbridos no Brasil

    Abril promete ser um mês agitado para o setor automotivo brasileiro, com novidades emocionantes que chegam ao mercado após os feriados do carnaval. Entre as estrelas desse mês estão o GWM Tank 300 e o Omoda Jaecoo 7, dois SUVs que prometem redefinir a experiência de condução no Brasil. Omoda Jaecoo 7: O Híbrido que Chegou para Impressionar Jaecoo 7  Foto: Omoda Jaecoo/Divulgação Abrindo as portas para a inovação, o Omoda Jaecoo 7, um SUV híbrido plug-in, fará sua estreia oficial no Brasil. Equipado com um motor 1.5 Turbo em sinergia com um propulsor elétrico, o Jaecoo 7 oferece uma impressionante potência de 339 cv e torque de 52 mkgf. Espera-se que seu preço de lançamento fique na faixa de R$ 240 mil, posicionando-o na competição acirrada com rivais como o BYD Song Plus e o GWM Haval H6 PHEV 19. O público-alvo para o Jaecoo 7 são motoristas que buscam a combinação perfeita entre performance e sustentabilidade. A tecnologia híbrida plug-in permite que os usuários aproveitem a autonomia mais a mobilidade elétrica combinados, é uma proposta interessante para quem deseja rodar mais em uma viagem longa por exemplo utilizando motor a combustão sem riscos de não encontrar um ponto de recarga ou depender exclusivamente de carregadores elétricos. Já pensando especialmente em ambientes urbanos, é possível operar 100% em modo elétrico, garantindo o uso sustentável no dia a dia para o usuário na cidade por exemplo, por isso carros como o GWM Tank 300 que vamos ver a seguir contam com autonomia elétrica de 75KM, suficiente para o uso diário e tarefas cotidianas na cidade, mas não na estrada... GWM Tank 300: A Aposta Off-Road da GWM GWM Tank 300 é uma das novidades para este mês Foto: GWM/Divulgação | Lançamentos de Abril: GWM Tank 300 e Omoda Jaecoo 7 – Uma Nova Era para os SUVs Híbridos no Brasil A GWM, por sua vez, traz ao mercado brasileiro o revolucionário Tank 300, que destaca a chegada de sua submarca Tank. Com um design robusto e um foco claro em off-road, o Tank 300 é equipado com um motor 2.0 turbo que, em conjunto com o motor elétrico, gera impressionantes 408 cv de potência e 76,5 mkgf de torque. Essa combinação entrega um desempenho excepcional fora de estrada, ideal para os aventureiros. A proposta do Tank 300 é atender aos fãs de SUVs que valorizam tanto a potência quanto a eficiência energética. Com sua configuração híbrida, esse modelo não só promete economia de combustível, mas também fornece a versatilidade necessária para encarar diferentes terrenos e condições. Seu preço de lançamento está em R$ 330mil. Por que optamos pela Hibridização? A opção por motores híbridos tem se mostrado cada vez mais vantajosa, especialmente em um mundo que busca alternativas sustentáveis, mas ainda em transição para disponibilidade e velocidade de recarga. Diferentemente de uma proposta focada apenas em gasolina, ou focada apenas em elétrico. A hibridização oferece um equilíbrio entre potencial de desempenho e eficiência energética, permitindo que os motoristas reduzam sua pegada de carbono sem abrir mão da potência necessária em suas viagens. Além disso, a autonomia proporcionada pelos sistemas híbridos plug-in torna-se um atrativo importante. Os proprietários podem rodar longas distâncias utilizando apenas combustível convencional como gasolina, ou combinar elétrico mais gasolina, oferecendo não apenas economia em combustíveis, mas também um caminho mais sustentável em meio aos desafios climáticos atuais. Na minha opinião poderia ser Híbrido a etanol seria ainda mais ecológico e adaptado para o cenário brasileiro. A chegada do GWM Tank 300 e do Omoda Jaecoo 7 representa um marco para os SUVs híbridos no Brasil, prometendo uma nova era não apenas em termos de inovação tecnológica, mas também de consciência ambiental. Mal podemos esperar para ver como esses modelos se saem nas ruas e trilhas do país! Lançamentos de Abril: GWM Tank 300 e Omoda Jaecoo 7 – Uma Nova Era para os SUVs Híbridos no Brasil

  • Fox ESS conquista o 2º lugar em Exportação Global de Produtos de Armazenamento de Energia 

    A Fox ESS, líder global em soluções de armazenamento de energia, foi reconhecida por seu desempenho excepcional no mercado, alcançando a Fox ESS conquista o 2º lugar em Exportação Global de Produtos de Armazenamento de Energia Residencial  entre empresas chinesas. O reconhecimento foi concedido durante o 7º Energy Storage Carnival & Global Energy Storage Shipment Ranking Conference , organizado pela EESA - Energy Storage Leader Alliance na China . Fox ESS conquista o 2º lugar em Exportação Global de Produtos de Armazenamento de Energia Além dessa conquista, a Fox ESS também foi nomeada uma das "Top 100 Marcas de Nova Armazenagem de Energia na China" , reforçando sua posição como uma referência no setor. "Este reconhecimento reflete nosso compromisso contínuo com a inovação e a sustentabilidade",  afirma Robson Meira, Country Manager da Fox ESS Brasil . "Seguimos focados em fornecer soluções de armazenamento de energia de alta eficiência e expandir nosso impacto global, atendendo às crescentes demandas do mercado por sistemas integrados de energia solar e carregamento de veículos elétricos." Desde seu início em 2019, a empresa já alcançou marcas muito importantes, como eleita pela Forbes como Empresa Unicórnio, ou então o CEO da Fox ESS eleito um dos top CEOs do mercado em 2022. Estes marcos mostram o comprometimento da marca com o setor fotovoltaico, não só no Brasil, mas no mundo.  Com um portfólio de produtos que inclui inversores solares, baterias e soluções de carregamento inteligente , a Fox ESS continua a impulsionar a transição para um futuro energético mais sustentável e eficiente. Fox ESS conquista o 2º lugar em Exportação Global de Produtos de Armazenamento de Energia  Fox ESS conquista o 2º lugar em Exportação Global de Produtos de Armazenamento de Energia

  • O Potencial do Crédito de Carbono em Sistemas Fotovoltaicos no Equador

    No horizonte do combate às mudanças climáticas, os créditos de carbono surgem como uma solução viável e inovadora para reduzir as emissões de CO2, especialmente em países emergentes como o Equador. Um recente estudo focou na viabilidade de sistemas fotovoltaicos conectados à rede, especialmente em um campus universitário em Guayaquil, onde as condições climáticas tropicais favorecem a geração de energia solar. O Potencial do Crédito de Carbono em Sistemas Fotovoltaicos no Equador O Cenário Atual O setor da construção civil no Equador enfrenta um paradoxo: enquanto busca aumentar a eficiência energética, as emissões de CO2 continuam a crescer anualmente. Em 2021, as emissões diretas e indiretas do setor representaram 28% do total global. Além disso, o consumo de energia, em grande parte proveniente de fontes fósseis, tem contribuído para esse crescimento. Até 2022, as emissões de CO2 no país totalizavam 41,14 milhões de toneladas, um aumento significativo desde 1990. Neste cenário, a energia elétrica, principalmente aquela gerada a partir de combustíveis fósseis, é uma das principais responsáveis pelas emissões. Uma mudança de paradigma é necessária para mitigar esses efeitos e garantir um futuro mais sustentável. A Análise Fotovoltaica O estudo em questão modelou sete configurações de sistemas fotovoltaicos com capacidades variando entre 40 kWp e 166 kWp. O sistema de maior capacidade se destacou, conseguindo suprir 74% da demanda energética do edifício. Ao ser considerado para a comercialização de créditos de carbono, ele demonstrou um potencial de receita anual que poderia variar entre US$ 446 a mais de US$ 4.400, dependendo do mercado internacional. Mercados de Carbono: Uma Oportunidade Real Com a criação de um mercado regulado de carbono, é possível permitir que as empresas e instituições que emitem menos carbono sejam compensadas por suas práticas sustentáveis. A análise de viabilidade financeira demonstrou que, apesar dos custos iniciais altos — que podem ultrapassar US$ 210.000 — a inclusão das receitas oriundas da venda de créditos de carbono poderia melhorar significativamente a atratividade desses projetos. Ainda assim, o estudo aponta que, mesmo com os créditos, a viabilidade econômica primária permanece desafiadora devido aos altos investimentos requeridos. A participação do Equador em mercados internacionais poderia não apenas transformar a economia local, mas também contribuir para um esforço global na luta contra as mudanças climáticas. Impulsionando o Futuro Verde Portanto, a promoção de projetos de energia renovável no Equador, como a implementação de sistemas fotovoltaicos, se mostra uma necessidade e uma oportunidade. Com incentivos financeiros adequados, o governo pode estimular tanto o desenvolvimento de novas tecnologias quanto a adoção de práticas sustentáveis por empresas e consumidores. Essa transição verde poderá não apenas reduzir as emissões, mas também fomentar uma economia mais resiliente e inovadora. Neste contexto, a adoção de subsídios e a formalização de um mercado de carbono são fundamentais para permitir que o Equador capitalize sobre suas imensas oportunidades solares e transite de forma eficaz para um futuro sustentável — um caminho que muitos países já estão trilhando e que pode colocar o Equador na vanguarda da energia limpa na América Latina. O Potencial do Crédito de Carbono em Sistemas Fotovoltaicos no Equador

  • A Revolução Verde na Reciclagem de Módulos Fotovoltaicos com NMP

    Introdução ao Futuro Sustentável A energia solar tem se consolidado como uma das fontes mais promissoras de eletricidade do futuro, oferecendo segurança, confiabilidade e baixo impacto ambiental. No entanto, a crescente quantidade de módulos fotovoltaicos (PV) em fim de vida apresenta um desafio crescente: a reciclagem eficiente desses materiais. É nesse cenário que surge uma inovação: a utilização de N-metilpirrolidona (NMP), um solvente verde, para facilitar a separação dos componentes dos painéis solares. A Revolução Verde na Reciclagem de Módulos Fotovoltaicos com NMP A Necessidade de Soluções Ecológicas Com o aumento na instalação de sistemas fotovoltaicos, estima-se que, até 2030, a China sozinha lide com a reciclagem de 1,5 milhão de toneladas de módulos descartados. Essa cifra pode alcançar 20 milhões de toneladas até 2050, refletindo um problema potencial para o meio ambiente. O principal entrave para a reciclagem efetiva reside na forte adesão do filme de etileno-acetato de vinila (EVA), que impede a separação dos diversos componentes dos módulos. NMP: O Solvente Verde que Faz a Diferença A recente pesquisa propõe o uso do NMP como uma solução inovadora para desagregar as camadas de EVA de forma eficiente, preservando ao mesmo tempo os valiosos materiais de silício. Através de experimentos, foi identificado que uma temperatura de 150 °C por 45 minutos proporciona as melhores condições de processamento, sem comprometer a integridade dos componentes. Aprofundando-se nos Detalhes As análises cinéticas e mecanísticas da interação entre NMP e EVA foram realizadas utilizando técnicas avançadas como microscopia eletrônica de varredura (SEM) e espectroscopia de infravermelho (FTIR). Os resultados confirmaram que o NMP não só é menos tóxico que os solventes convencionais como também gera menor impacto ambiental, tornando-se uma escolha ideal para a reciclagem de módulos PV. Visão do Futuro A escolha do NMP não é apenas uma alternativa ambientalmente responsável, mas também uma abordagem economicamente viável que promete reduzir custos de reciclagem. À medida que a indústria fotovoltaica continua a crescer, a implementação de métodos de reciclagem inovadores e sustentáveis será crucial para maximizar a vida útil dos recursos e minimizar os resíduos. Essa nova metodologia não apenas abre caminhos para práticas de reciclagem mais seguras, como também promete impulsionar a economia circular no setor energético. Conclusão À medida que a demanda por energia solar cresce, a inovação na reciclagem e o uso de solventes verdes como o NMP podem alterar significativamente a forma como os módulos fotovoltaicos são tratados no final de sua vida útil. O futuro da energia sustentável depende de nossa capacidade de transformar desafios em oportunidades e garantir um ciclo de vida responsável para a tecnologia solar. A Revolução Verde na Reciclagem de Módulos Fotovoltaicos com NMP

  • Energia Limpa e Dessalinização: A Revolução da Água no Verão Solar

    A busca por soluções sustentáveis para a escassez de água tem levado pesquisadores a explorar novas tecnologias que aproveitam a energia solar de forma eficiente. Um estudo recente, no qual um sistema de dessalinização térmica fotovoltaica foi analisado, revela como a integração de painéis solares pode transformar não apenas a geração de eletricidade, mas também a produção de água potável – um verdadeiro divisor de águas em tempos de crise hídrica. Energia Limpa e Dessalinização: A Revolução da Água no Verão Solar A Simulação em Cena Realizada em condições climáticas reais, a pesquisa utilizou uma linguagem de modelagem algébrica de código aberto para simular o desempenho de um sistema que combina destilação térmica fotovoltaica (PVT) e membranas de dessalinização. Este modelo dinâmico permitiu avaliar como as variações na temperatura e na irradiância impactam a eficiência e o fluxo de água do sistema. Em clima quente, por exemplo, foi registrado um fluxo máximo de 38,82 litros por metro quadrado por hora (LMH), enquanto a eficiência elétrica alcançou impressionantes 15,76%. Esses resultados evidenciam a eficácia do PVT, especialmente nos meses de verão, quando a incidência solar é abundante. Tecnologia em Ação O sistema PVT-MD (Fotovoltaico-Térmico e Dessalinização por Membrana) permite a geração simultânea de eletricidade e calor, otimizando o aproveitamento da energia solar. A análise demonstrou que, em climas quentes, a produção elétrica pode atingir 207,15 watts com uma taxa de fluxo de 0,04 m/s. Curiosamente, os dados mostraram que, em condições de frio, a eficiência elétrica supera a do verão, embora a potência térmica caia. Essa diferença destaca a necessidade de um sistema que balanceie tanto a eficiência elétrica quanto térmica. A Importância da Integração A pesquisa não só lança luz sobre a versatilidade do PVT-MD, mas também enfatiza a importância de se considerar as condições climáticas ao projetar sistemas de dessalinização. A capacidade de gerar água potável em diversas condições torna esta tecnologia uma solução poderosa para regiões que enfrentam desafios hídricos. Implicações Futuras Com a energia solar sendo uma fonte limpa e abundante, a combinação de sistemas PVT com tecnologias de dessalinização poderia revolucionar o acesso à água em áreas afetadas pela escassez hídrica. O modelo dinâmico desenvolvido neste estudo não apenas fornece uma base para futuras pesquisas, mas também representa um passo em direção a uma implementação mais ampla dessas tecnologias inovadoras. À medida que enfrentamos os desafios impostos pelas mudanças climáticas e a crescente demanda por água potável, a integração eficiente de sistemas baseados em energia solar para a dessalinização se torna não apenas uma possibilidade, mas uma necessidade urgente. O futuro da água potável pode muito bem depender dos avanços que a tecnologia PVT-MD está trazendo para a mesa. Energia Limpa e Dessalinização: A Revolução da Água no Verão Solar

  • Mercado Cambial em Alerta: Dólar Sobe 2% em Resposta às Tarifas da China

    Em um movimento inesperado que agitou os mercados financeiros, o dólar americano registrou uma alta de 2%, consequência direta das novas tarifas impostas pela China em retaliação às políticas comerciais dos Estados Unidos. Esta subida do dólar destaca a crescente incerteza econômica gerada pela intensificação do confronto comercial entre as duas nações. Mercado Cambial em Alerta: Dólar Sobe 2% em Resposta às Tarifas da China A decisão da China de implementar essas tarifas surgiu após o governo Trump anunciar medidas comerciais semelhantes, visando proteger os interesses econômicos americanos. Como resposta, a reação do mercado foi incisiva. Investidores, buscando proteção contra as incertezas, viram o dólar como um porto seguro, resultado em sua valorização súbita. Especialistas financeiros apontam que este cenário de nervosismo nos mercados cambiais pode ter amplas implicações para a economia global. "A escalada nas tensões comerciais entre China e EUA está reescrevendo as expectativas de muitos investidores sobre o futuro das relações globais. Os impactos sobre as moedas são imediatos e refletem esse pessimismo crescente", explica Thomas Green, economista sênior de câmbio. Mercado Cambial em Alerta: Dólar Sobe 2% em Resposta às Tarifas da China Para os setores energetico e industrial dos EUA, a alta do dólar pode acentuar desafios, especialmente no que tange à exportação. Produtos americanos podem se tornar menos competitivos no mercado internacional devido ao aumento relativo de preços, um efeito colateral das tensões comerciais que continua a preocupar muitos exportadores. No cenário doméstico, o aumento do valor do dólar pode trazer benefícios temporários, como importar produtos a custos reduzidos. Contudo, os especialistas alertam que tais vantagens podem ser superadas pelas desvantagens a longo prazo, demandando cautela por parte dos gestores econômicos. Enquanto os efeitos dessa dinâmica se desdobram, líderes globais enfrentam uma pressão crescente para buscar um terreno comum que permita desanuviar as relações comerciais sino-americanas. Até lá, o EnergyChannel continuará acompanhando de perto o impacto deste evento no mercado energético, monitorando como as flutuações cambiais influenciam preços e padrões de consumo de energia mundialmente. Mercado Cambial em Alerta: Dólar Sobe 2% em Resposta às Tarifas da China Mercado Cambial em Alerta: Dólar Sobe 2% em Resposta às Tarifas da China Mercado Cambial em Alerta: Dólar Sobe 2% em Resposta às Tarifas da China

  • Escalada na Guerra Comercial: China Impõe Tarifas de 34% sobre Importações dos EUA

    No mais recente capítulo da prolongada guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo, a China anunciou a imposição de tarifas significativas sobre produtos importados dos Estados Unidos, atingindo a marca de 34% . Essa medida surge como uma resposta às políticas tarifárias previamente adotadas pelo governo norte-americano, sinalizando um intensificar das tensões econômicas globais. Escalada na Guerra Comercial: China Impõe Tarifas de 34% sobre Importações dos EUA O anúncio do governo chinês foi realizado nesta semana, surpreendendo analistas e investidores que esperavam um desdobramento mais cauteloso nas negociações entre os dois países. " Este movimento é uma clara demonstração de que a China está disposta a adotar um tom mais agressivo para proteger seus interesses econômicos ", afirma Li Wei, analista econômico do Instituto de Comércio Internacional de Pequim. Escalada na Guerra Comercial: China Impõe Tarifas de 34% sobre Importações dos EUA A lista de produtos afetados pelas novas tarifas é extensa e diversificada, incluindo desde produtos agrícolas, como soja e milho, até bens manufaturados e tecnológicos , que formam uma parte vital das exportações americanas para a China. Os efeitos imediatos dessa decisão já começam a ser sentidos nos mercados globais, com bolsas de valores registrando quedas acentuadas e aumento na volatilidade. Agricultores e indústrias de ambos os lados expressaram preocupações sobre o impacto econômico prolongado caso as tensões não sejam resolvidas em breve. Especialistas acreditam que essas ações podem levar a uma reconfiguração das cadeias de suprimento globais, com empresas buscando minimizar riscos associados a políticas tarifárias instáveis. "Estamos observando uma potencial mudança no eixo das relações comerciais internacionais, o que pode ter repercussões duradouras", comenta Sarah Johnson, consultora em comércio global. Enquanto isso, líderes dos dois países continuam a sinalizar a possibilidade de retomarem negociações, embora sem perspectivas concretas de resolução a curto prazo. Observadores internacionais clamam por um diálogo aberto e construtivo, visando evitar uma escalada que beneficie a nenhum dos lados e possa afetar a economia global de maneira mais ampla. O EnergyChannel continuará monitorando de perto os desdobramentos desta situação e seus impactos no mercado de energia, uma vez que qualquer alteração significativa nas políticas comerciais pode influenciar diretamente a oferta e demanda de recursos energéticos ao redor do mundo. Escalada na Guerra Comercial: China Impõe Tarifas de 34% sobre Importações dos EUA Escalada na Guerra Comercial: China Impõe Tarifas de 34% sobre Importações dos EUA

  • Panorama do Desenvolvimento de Energia Renovável na América do Sul: Motores de Políticas, Avanços Tecnológicos e Colaboração

    I. Visão Geral do Mercado: A América do Sul como um "Laboratório Global de Transição Energética" A América do Sul está remodelando rapidamente o cenário energético global. Segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), a participação das energias renováveis na geração de eletricidade da região alcançou 60% — muito acima da média global (~30%) — com a energia hidrelétrica contribuindo com 45%, enquanto a energia solar e eólica estão se expandindo rapidamente. Panorama do Desenvolvimento de Energia Renovável na América do Sul: Motores de Políticas, Avanços Tecnológicos e Colaboração Principais destaques dos países líderes: - Brasil : A energia renovável representa 93,1% de sua eletricidade (2023), liderada pela energia hidrelétrica (60%), com capacidade solar e eólica crescendo 39,51% e 47,65%, respectivamente. - Chile : A energia verde contribui com 63% de sua matriz energética (2023), com a dependência do carvão reduzida a 17%. Mais de 20 grandes projetos solares estão sob análise ambiental, representando mais de **US$ 2 bilhões** em investimentos. - Colômbia : A energia hidrelétrica domina (70%), enquanto a capacidade solar aumentou 70% em 2023, visando 1,24 GW de novas instalações em 2024. Tendências Estruturais: Os combustíveis fósseis representam ~2/3 da matriz energética da América do Sul (abaixo dos 80% globais), e os biocombustíveis representam o dobro da média global no transporte, destacando um caminho de "multi-energia limpa". Até 2034, projeta-se que a região adicione 160 GW de capacidade solar, com Brasil e Chile liderando, e a integração de geração distribuída + armazenamento se tornando comum. II. Forças Motrizes: Políticas, Recursos e Sinergia Econômica Estruturas de Políticas. Mecanismos de Mercado: Os contratos de compra de energia (PPAs) atrelados ao dólar na Argentina, os leilões de armazenamento de energia do Brasil (visando 4,6 GW até 2025) e as cotas obrigatórias de armazenamento do Chile. Incentivos Financeiros: O fundo climático do Brasil reduz as taxas de financiamento de projetos eólicos de 8% para 6,5%, enquanto o Chile oferece créditos fiscais para iniciativas de hidrogênio verde. Vantagens de Recursos. Eólica: A costa nordeste do Brasil (velocidade do vento de 7,5–8,5 m/s) e o Complexo Eólico Villonaco do Equador (turbinas de 4,8 MW a 3.000 metros de altitude). Hidrelétrica: O potencial de mais de 200 GW da Bacia Amazônica apoia a expansão da Usina de Itaipu do Brasil (+10% de capacidade com armazenamento por bombeamento). Segurança Econômica Retorno sobre Investimento: Cada **US$ 1** investido em renováveis gera **US$ 3–8** em crescimento do PIB, com projetos solares peruanos alcançando IRR de 12–15%. III. Inovações Tecnológicas: Desde Solar em Altitude até Avanços em Hidrogênio Integração Solar-Eólica-Armazenamento. O Solar El Escobal da Colômbia (200 MW) combina agricultura e PV, aumentando a eficiência do uso da terra em 40%. **Energia Eólica em Condições Extremas** O Cluster Eólico Helios da Argentina (680 MW) utiliza turbinas de 4,5 MW da Goldwind, treinando comunidades locais e criando empregos. Sinergia entre Hidrogênio Verde e Lítio A industrialização do lítio na Bolívia, apoiada pela tecnologia de separação por membrana da China, melhora a eficiência de extração em 40%. IV. O Papel da China: Exportação de Tecnologia e Colaboração Localizada Projetos de Destaque O Corredor HVDC do Nordeste do Brasil: O sistema de transmissão **±800 kV** da State Grid integra clusters de energia eólica, solar e hidrelétrica. Modelos de Parceria Financiamento Verde: Os **US$ 5 bilhões** do Banco de Desenvolvimento da China apoiam projetos como o KILO HVDC, oferecendo taxas 1,5–2% abaixo do mercado. V. Desafios & Perspectivas Futuras Principais Gargalos Riscos Financeiros: A volatilidade do peso argentino impacta o VPL do projeto em ±3% , enquanto mudanças políticas no Peru desestimulam investimentos estrangeiros. Oportunidades Estratégicas Interconexão Energética Regional: O projeto de interconexão da rede Chile-Argentina visa unificar o mercado de energia da América Latina. VI. Conclusão : Um Paradigma de Cooperação Sul-Sul Até 2050, a América do Sul requer $45 bilhões/ano  em investimentos renováveis, com empresas chinesas já detendo 30% das ações de EPC solar e 25% do mercado de energia eólica. Desde os platôs solares da Argentina até os corredores eólicos do Brasil, a colaboração entre a China e a América Latina exemplifica "tecnologia compartilhada, riscos e benefícios", posicionando a região como um jogador crítico na descarbonização global. Panorama do Desenvolvimento de Energia Renovável na América do Sul: Motores de Políticas, Avanços Tecnológicos e Colaboração

  • 27º Fórum GD Sul zera emissões de carbono e recebe certificação ambiental

    Selo da Prima Mata Atlântica e Sustentabilidade reconhece a neutralização das emissões por meio do plantio de árvores e créditos de carbono 27º Fórum GD Sul zera emissões de carbono e recebe certificação ambiental Porto Alegre, março de 2025 - O 27º Fórum Regional de Geração Distribuída do Sul (Fórum GD Sul) recebeu, nesta quarta-feira (26), o Selo Certificado da Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) Prima Mata Atlântica e Sustentabilidade. O reconhecimento comprova que todas as emissões de gases do efeito estufa geradas pelo evento, organizado pelo Grupo FRG Mídias & Eventos, foram neutralizadas. A certificação foi entregue por Ricardo Harduim, biólogo, mestre em Ciências e coordenador da Prima Mata Atlântica e Sustentabilidade. “Esse selo reconhece a responsabilidade ambiental do evento, que calcula e compensa todas as suas emissões. É um compromisso real com a construção de uma sociedade de baixo carbono”, destacou. Para atingir a neutralização, foram realizadas ações como o plantio de árvores nativas da Mata Atlântica e a aquisição de créditos de carbono certificados pela Organização das Nações Unidas (ONU). “O Fórum GD promove a energia solar e assume a responsabilidade de minimizar impactos ambientais. Esse reconhecimento nos incentiva a continuar práticas sustentáveis em nossos eventos”, afirmou Tiago Fraga, CEO do Grupo FRG Mídias & Eventos. Ele também é ex-membro do conselho da Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD), diretor institucional da Associação Brasileira de Energias Renováveis e Hídricas (ABERH), membro do conselho da Universidade Livre do Meio Ambiente e presidente do conselho da World Carbon Association (WCA). A entrega da certificação reforça o compromisso do setor de geração distribuída com a sustentabilidade e a transição energética, alinhando inovação tecnológica e preservação ambiental. 27º Fórum GD Sul zera emissões de carbono e recebe certificação ambiental

  • EnergyChannel: O Novo Caminho da Transição Energética Sob a Perspectiva de Gigantes do Setor

    No cerne da conversa sobre a transição energética global, empresas emblemáticas como Fortescue e Airbus estão redefinindo estratégias e apostando em inovações para se adaptarem a essa nova ordem. O postulado central? A evolução desse mercado emergente está intrinsecamente ligada à forma como o capital será alocado e aos incentivos fiscais que os governos estarão dispostos a oferecer. EnergyChannel: O Novo Caminho da Transição Energética Sob a Perspectiva de Gigantes do Setor Em um cenário onde a sustentabilidade se torna cada vez mais prioritária, as dinâmicas do investimento se transformam. Executivos de renome argumentam que a destinação de recursos financeiros para soluções limpas e tecnologias sustentáveis não é apenas uma questão ética, mas uma necessidade estratégica para garantir competitividade e liderança no futuro. Enquanto a demanda por fontes de energia renováveis cresce, as empresas estão se mobilizando para tomar a dianteira na inovação. A Fortescue , reconhecida no setor de mineração, tem explorado ativamente formas de descarbonizar suas operações, com uma clara visão de longo prazo que prioriza a eficiência energética. Por outro lado, a Airbus volta seu olhar para soluções de mobilidade aérea sustentável , buscando alternativas que minimizem sua pegada de carbono. A mobilidade aérea sustentável é um conceito que busca reduzir o impacto ambiental da aviação por meio de inovações tecnológicas, mudanças em práticas operacionais e o uso de combustíveis mais limpos. Aqui estão alguns dos principais aspectos e iniciativas relacionadas a esse tema: 1. Combustíveis Sustentáveis para a Aviação (SAF) Os combustíveis sustentáveis para a aviação são desenvolvidos a partir de biomassa, resíduos ou processos químicos que reduzem a emissão de gases de efeito estufa em comparação com os combustíveis fósseis tradicionais. O uso de SAF pode reduzir significativamente a pegada de carbono dos voos, tornando-se uma alternativa viável para o setor. 2. Aviões Elétricos e Híbridos O desenvolvimento de aeronaves elétricas ou híbridas é uma das promissoras inovações na aviação. Esses aviões utilizam baterias elétricas em vez de motores a combustão tradicionais, diminuindo as emissões de poluentes durante o voo. Companhias e startups estão investindo em aeronaves menores e regionais que podem operar com tecnologia elétrica. 3. Melhorias na Eficiência Operacional Melhorias na eficiência operacional, como rotas otimizadas, redução do peso das aeronaves e novas técnicas de navegação, podem contribuir para a redução do consumo de combustível e das emissões. A implementação de tecnologias de controle de tráfego aéreo também é fundamental para melhorar a eficiência das operações aéreas. 4. Design Ecológico de Aeronaves Os fabricantes de aeronaves estão explorando designs que minimizem a resistência do ar e utilizem materiais mais leves e sustentáveis. Isso não apenas melhora a eficiência do combustível, mas também pode resultar em menores emissões durante a vida útil da aeronave. 5. Inovações em Infraestrutura A modernização de aeroportos e sistemas de transporte terrestre também é vital para a mobilidade aérea sustentável. Infraestruturas que suportam carregamento elétrico para aeronaves, assim como melhorias na conectividade com o transporte público, ajudam a criar um ecossistema mais sustentável. 6. Compromissos e Colaborações Empresas do setor aéreo estão se unindo a governos e outras indústrias para estabelecer metas de sustentabilidade e desenvolver tecnologias colaborativas. Iniciativas como o "Flightpath Net Zero" da indústria da aviação buscam atingir operações de emissão líquida zero até 2050. 7. Regulamentação e Políticas O apoio governamental e a regulamentação são cruciais para impulsionar a mobilidade aérea sustentável. Incentivos financeiros, suporte à pesquisa e padrões rigorosos de emissões podem encorajar mais investimentos em tecnologias limpas e práticas sustentáveis. A mobilidade aérea sustentável é uma área em rápida evolução, e apesar dos desafios, a indústria está se movendo em direção a um futuro mais verde, onde as viagens aéreas podem ser mais eficientes e menos prejudiciais ao meio ambiente. Sobre a Fortescue Metals Group é uma das maiores mineradoras de ferro do mundo, com sede na Austrália. Fundada em 2003, a empresa rapidamente se destacou por suas operações eficientes e capacidade de produção em grande escala. A Fortescue é conhecida por sua abordagem inovadora e sua crescente ênfase na sustentabilidade. 1. Visão Geral da Fortescue A Fortescue é especializada na exploração, desenvolvimento, mineração, produção e exportação de minério de ferro. Com operações predominantes na região de Pilbara, na Austrália Ocidental, a empresa se tornou uma líder no fornecimento de minério de ferro para mercados globais, especialmente na China. 2. Compromisso com a Sustentabilidade Nos últimos anos, a Fortescue tem se comprometido a reduzir sua pegada de carbono e a operar de forma mais sustentável. Este movimento é impulsionado por uma combinação de fatores, incluindo demandas regulatórias, pressão dos investidores e uma crescente conscientização pública sobre a sustentabilidade. Fortescue Metals Group é uma das maiores mineradoras de ferro do mundo 3. Iniciativas para Transição Verde A Fortescue está investindo fortemente em tecnologias verdes e inovação, incluindo: Descarbonização:  A empresa se comprometeu a atingir emissões líquidas de gases de efeito estufa zero até 2030, um objetivo ambicioso que exige investimentos em tecnologias de energia renovável, como solar e eólica. Veículos Elétricos e Tecnologias Limpa:  A Fortescue começou a adotar veículos totalmente elétricos e sistemas de transporte que utilizam energias renováveis, buscando reduzir o uso de combustíveis fósseis nas suas operações. Hidrogênio Verde:  Uma das iniciativas mais notáveis da Fortescue é seu foco no hidrogênio verde como uma fonte de energia limpa. A empresa está desenvolvendo projetos que exploram a produção de hidrogênio a partir de eletricidade renovável. Essa tecnologia pode servir tanto para a geração de energia quanto para descarbonizar processos industriais. 4. Mudanças no Cenário Global da Mineração A transição para práticas de mineração mais sustentáveis pode transformar o setor globalmente de várias maneiras: Redução de Emissões:  A adoção de tecnologias de baixo carbono pode resultar em uma significativa redução das emissões associadas à mineração, especialmente em termos de transporte e processamento de minerais. Eficiência de Recursos:  A mineração sustentável pode levar a uma exploração mais responsável dos recursos naturais, utilizando tecnologias que melhoram a eficiência na extração e minimizam o desperdício. Responsabilidade Social:  Há um crescente foco em práticas que respeitam as comunidades locais e promovem benefícios sociais, garantindo que as operações mineradoras contribuam para o desenvolvimento econômico sustentável das regiões afetadas. Valorização de Materiais Sustentáveis:  A demanda por materiais que são extraídos de forma ética e sustentável está crescendo. Investidores e consumidores estão cada vez mais exigindo transparência e responsabilidade nas cadeias de suprimento. 5. Futuro Verdes da Mineração O futuro da mineração pode ser moldado por inovação tecnológica e um compromisso genuíno com práticas sustentáveis. A Fortescue e outras empresas estão na vanguarda dessa mudança, e suas iniciativas podem servir como modelos para outras corporações no setor. Com a pressão crescente por responsabilidade ambiental e as oportunidades representadas pela transição energética global, a mineração pode evoluir para um setor mais verde, contribuindo significamente para os objetivos de sustentabilidade e um futuro com menor impacto ambiental. Sob a Perspectiva de Gigantes do Setor, Além do capital, o suporte governamental através de políticas públicas e incentivos fiscais será um fator crucial que poderá acelerar ou inibir o progresso. As empresas clamam por uma estrutura que não apenas facilite a transição, mas que também recompense esforços em direção a um futuro mais sustentável. Diante desse cenário dinâmico, a EnergyChannel continuará a monitorar as movimentações desses gigantes da indústria, destacando as inovações que moldarão o futuro energético. A transformação é iminente e o papel do capital e da política se tornará cada vez mais central nessa jornada. EnergyChannel: O Novo Caminho da Transição Energética Sob a Perspectiva de Gigantes do Setor

  • SolaX Power e Ello Moving lançam ebook gratuito ‘Grid Zero: A Revolução Solar sem Injeção na Rede’

    Por Simone Cesário - Assessoria de Imprensa da SolaX Power SolaX Power e Ello Moving lançam ebook gratuito ‘Grid Zero: A Revolução Solar em Injeção na Rede’ Na busca para disseminar conhecimento relevante voltado à qualificação e expansão dos negócios no setor de energia solar, a SolaX Power, em parceria coma engenheira civil Tatiane Carolina - CEO Ello Moving e especialista em Gestão de Negócios e Comunicação Empresarial no Setor Elétrico, bem como a engenheira eletricista e especialista em Regulação do Setor Elétrico, Jessiane Pereira, lançam o ebook ‘Grid Zero: A revolução solar em injeção na rede’. O ebook é disponibilizado gratuitamente a todos os interessados pelo link Ello Moving & SolaX - Ebook Grid Zero . O material é uma imersão no universo do Grid Zero, com informações sobre o que é, como funciona, benefícios e desafios, aplicações práticas, aspectos regulatórios e homologação, assim como as soluções disponíveis no mercado. O grid zero, ou sistema de energia autossuficiente, é um sistema de geração de energia com a proposta de eliminar a dependência da rede elétrica convencional. Nesse tipo de sistema, painéis solares convertem a energia solar em eletricidade e esta é armazenada em baterias para ser utilizada conforme a necessidade, mesmo em períodos em que não há incidência de luz solar.  “A inversão de fluxo tem impactado diretamente o desenvolvimento de projetos de energia solar em todo o Brasil, com destaque para Minas Gerais. Essa situação tem exigido ajustes técnicos e negociações complexas com as concessionárias, o que tem levado engenheiros a repensarem soluções para garantir a viabilidade e eficiência das instalações. Entre as alternativas mais discutidas estão os sistemas zero grid, projetados para evitar a exportação de energia excedente para a rede. Esse sistema ajusta a geração conforme o consumo imediato do consumidor, garantindo que toda a eletricidade produzida seja consumida em tempo real”, destaca a engenheira Tatiane Carolina. A inversão de fluxo acontece quando a energia percorre o sentido contrário no sistema de distribuição. No caso de sistemas de energia solar de geração distribuída, se a geração for maior do que o consumo, o excedente de energia pode ser enviado de volta para a rede elétrica. Vale destacar que a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) publicou a REN nº 1.098/2024, que isenta a análise de inversão de fluxo em três casos: sistemas que não injetam energia na rede (grid zero); sistemas com gratuidade e geração compatível com o consumo; sistemas de autoconsumo local de até 7,5 kW que optem pelo fast track. “Segundo pesquisa divulgada recentemente pela Greener, apenas 10% dos integradores entrevistados utilizaram Grid Zero para contornar essa situação da inversão de fluxo, ou seja, há oportunidades para capacitá-los. Por isso a importância dessa parceria que resultou no ebook: enquanto a SolaX Power é líder global no desenvolvimento de soluções avançadas para sistemas Grid Zero, a Ello Moving se destaca por sua capacidade de traduzir a complexidade do setor elétrico em uma comunicação inteligente e acessível”, ressalta Tatiane. E esclarece: “Diante dos desafios impostos pela inversão de fluxo de potência, entendemos que não bastava apenas oferecer uma solução tecnológica inovadora – era essencial garantir que o mercado compreendesse seu funcionamento e benefícios de forma clara e estratégica. Acreditamos que, juntos, poderíamos contribuir significativamente para o setor, capacitando integradores e profissionais com um material técnico bem fundamentado e, ao mesmo tempo, acessível e aplicável à realidade do mercado brasileiro”. Com uma trajetória de mais de uma década, a SolaX Power é líder em soluções para armazenamento de energia, oferecendo para mais de 80 países as principais inovações tecnológicas relacionadas ao sistema de armazenamento, que inclui baterias e inversores híbridos. “A essência da SolaX Power é a pesquisa para desenvolvimento de produtos com a máxima eficiência, segurança e flexibilidade, para que possa oferecer ao consumidor as mais inovadoras soluções, o que torna o Grid Zero mais acessível e prático para diversos tipos de aplicações. Acreditamos que esse é o caminho para atender a esse normativo relacionado à inversão de fluxo, permitindo que a população possa continuar produzindo e utilizando em sua totalidade uma energia limpa, além de se tornar cada vez mais independente da rede da concessionária, garantindo, dessa forma, sua segurança energética”, explica o gerente de marketing da SolaX Power no Brasil, Valdo Mendes.  Sobre a SolaX Power - Fundada em 2012, a SolaX Power é consolidada como uma das principais fornecedoras globais de soluções solares e de armazenamento. Sendo uma empresa de capital aberto na Bolsa de Valores de Xangai e uma das fabricantes pioneiras de inversores híbridos na Ásia, a SolaX Power caminha hoje para a sua quinta geração de inversores híbridos. Com mais de 3.000 funcionários em todo o mundo, 100 patentes globais e mais de 1.100 certificações de mercado, a empresa reforça sua posição como líder no setor. SolaX Power e Ello Moving lançam ebook gratuito ‘Grid Zero: A Revolução Solar em Injeção na Rede’

  • Empresas buscam inventário de carbono para atender novas regulamentações e compromissos de sustentabilidade

    Empresas buscam inventário de carbono para atender novas regulamentações e compromissos de sustentabilidade São Paulo, 02 de Abril de 2025 – A crescente pressão regulatória e o compromisso das empresas com metas ambientais têm impulsionado a demanda por inventários de carbono no Brasil. O mapeamento das emissões de gases de efeito estufa (GEE) tornou-se essencial para organizações que buscam transparência, competitividade e adequação às novas exigências do mercado. O inventário de carbono é um relatório detalhado que quantifica as emissões de GEE diretas e indiretas de uma organização, possibilitando a identificação de oportunidades para reduzir emissões, mitigar impactos ambientais e otimizar custos operacionais.   Ele segue metodologias reconhecidas internacionalmente, como o GHG Protocol, que classifica as emissões em três escopos: Escopo 1: emissões diretas, provenientes de fontes que pertencem ou são controladas pela empresa, como queima de combustíveis em caldeiras e veículos próprios. Escopo 2: emissões indiretas provenientes da geração de energia elétrica adquirida e consumida pela empresa. Escopo 3: outras emissões indiretas que ocorrem ao longo da cadeia de valor, como transporte de fornecedores, deslocamento de funcionários e descarte de produtos. A partir de 2025, novas diretrizes nacionais e internacionais devem ampliar a necessidade de reportes detalhados sobre emissões diretas e indiretas das empresas. Além da conformidade regulatória, o inventário de carbono se tornou um diferencial estratégico, permitindo que companhias identifiquem oportunidades de redução de emissões e se posicionem de forma mais sustentável. “O inventário de carbono é o primeiro passo para qualquer empresa que deseja atuar de forma responsável na agenda climática. Sem medir, não há como gerenciar. Muitas companhias ainda veem esse processo como uma obrigação, mas, na prática, ele abre portas para otimização de custos, inovação e atração de investimentos”, afirma o diretor de Desenvolvimento de Novos Negócios da Carbono Zero, Ivan Silvestre. A Carbono Zero, consultoria especializada em descarbonização corporativa, auxilia empresas a estruturar seus inventários e desenvolver estratégias para redução das emissões. Além de atender às exigências de clientes e investidores, o mapeamento das emissões permite que as organizações se antecipem às regulamentações e explorem novas oportunidades no mercado de baixo carbono. “O inventário de carbono não é apenas um documento técnico, mas uma ferramenta estratégica de gestão. Ele permite que a empresa tome decisões mais informadas, reduza custos operacionais e demonstre seu compromisso com a sustentabilidade para o mercado e os consumidores”, complementa Ivan Silvestre. Com a agenda ESG cada vez mais relevante, o levantamento das emissões e a busca por soluções sustentáveis são passos essenciais para empresas que desejam se manter competitivas e preparadas para os desafios do futuro. -------------------------------------------------- Sobre a Carbono Zero A Carbono Zero é uma empresa especializada em soluções ambientais e energéticas, com foco na implementação de projetos sustentáveis que visam a redução de impactos ambientais e o aumento da eficiência operacional em diversos setores. Com uma abordagem inovadora, a empresa desenvolve e executa projetos de energia renovável, gestão de recursos e estratégias de baixo carbono para clientes públicos e privados, contribuindo para um futuro mais verde e sustentável. Empresas buscam inventário de carbono para atender novas regulamentações e compromissos de sustentabilidade Contato para a Imprensa: Fernanda Takahama Head Marketing - Carbono Zero fernanda.takahama@carbonozero.eco https://carbonozero.eco/

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